sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ame a si antes de amar o próximo

Confesso que por muitas vezes pensei que essa frase não passasse de uma boa desculpa para dizer a alguém que é importante ter amor próprio. Muitas foram as vezes em que pensei: -Ora, e se eu não me amar, vão perceber como? E o que lhes importa isso afinal? E se amar o próximo me trouxer alegria, querendo manter essa pessoa por perto e me sujeitando a quase tudo por essa presença, não estarei buscando isso por puro egoísmo, em prol da minha felicidade, por me amar e saber que isso me faria bem?
Entretanto, hoje, finalmente hoje, eu compreendi. Nós não trazemos as pessoas que amamos para perto de nós quando não nos amamos, porque não conseguimos cativar essas pessoas se não nos amarmos. Não temos de onde tirar a coragem para sequer se aproximar de alguém. Teremos mil argumentos para não falar e sabe por quê? Porque não nos apaixonariamos por nós e sabemos disso, porque nós não abririamos mão de nada por nós, no fundo não achamos que valemos o suficiente para alguém ser capaz de nos amar e isso independe da aparência, isso tem muito mais relação com o que falamos e como falamos, é importante mostrar certeza, e realmente ter. Não há como parecer confiável se nem mesmo mostrarmos que confiamos em nós mesmos.
Para mim funciona mais ou menos como no mercado de ações, as pessoas têm dinheiro, querem investir, mas se a empresa(você) parecer instável, estiver sempre mudando seus planos, aceitar que lhe comprem por qualquer pequeno valor, você não parecerá um bom investimento.
E o que eu ganho com isso? Eu ganho muito, eu ganho eu de volta, eu ganho o meu sorriso mais sincero em frente ao espelho, me dando um bom dia sem palavras, me trazendo a esperança e um caminho bom para trilhar, porque hoje, agora, eu amo cada pensamento meu!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

ReCOMEÇO

Sabe, seria mais fácil se alguém tivesse me avisado que eu mudei totalmente de um ano para o outro.
Seria muito mais fácil se alguém tivesse chutado o balde e dito que eu me tornei mais ácida do que comer casca de limão, e que eu tornei os meus sorrisos mais raros do que honestidade no Brasil, e lá venho eu depositando minhas indignações no senso comum, é mais fácil, é mais cômodo, é, portanto, mais perigoso.
Sempre há tempo, então há alguns dias resolvi começar do zero, pensar em mim, reavaliar meus pensamentos e buscar a Cíntia que era feliz sozinha, que cantava pela rua, e que parecia mongolona quando ria sem motivo.
O processo é lento, às vezes me pego sendo dura e seca comigo e com os outros, mas estou melhorando e tenho que dizer que estou sendo persistente na minha dieta e já emagreci 4kg desde sexta passada, tenho uma extravagância por semana então não estranhem se me verem no domingo comendo hamburger no shopping. ISAJIASJSAISAJSAI
No momento é só isso, era só pra reativar uma das coisas que eu mais gosto, "desabafar" escrevendo.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O celular e as relações humanas

  Facilitar a comunicação à longa distância: essa era a principal função dos aparelhos celulares quando foram inventados. Todavia, os celulares rapidamente transformaram-se em multifuncionais, desvirtuando sua função original.
  Há pessoas que consideram falta de educação desligar o celular, como se fosse obrigatório estar sempre disponível. Por outro lado, é aconselhável priorizar o contato presencia, ao invés do virtual. O vídeo "Disconnect to connect"(Desconectar para conectar) exemplifica momentos nos quais as pessoas usam celulares para se conectar virtualmente e ignoram a presença das pessoas que estão ao lado.
  O fundamental é utilizar o telefone celular de maneira produtiva. A proposta é usá-lo de modo a auxiliar nas relações humanas, no trabalho e no aprendizado, como é proposto em uma recente propaganda da operadora Claro. Entretanto, inúmeras pesquisas apontam que o celular está sendo usado compulsiva e excessivamente.
  O que está implícito nos problemas advindos da modernização tecnológica, é a involução da educação. São poucos os usuários de telefonia celular que respeitam a privacidade alheia e entendem que é inadmissível exigir a disponibilidade integral das pessoas. O celular só facilitará nossas vidas se for utilizado estritamente como "ajudante".